ESTRATÉGIA DE RECUPERAÇÃO

Controlar, acelerar o pagamento e responsabilizar com o mínimo de custos, eis os ingredientes secretos de uma estratégia de recuperação bem sucedida.

A operação de recuperação é a disposição de um plano composto pela sequência de ações cronológicas e calendarizadas para realizar a politica de crédito e recuperação. As ações em causa assentam sobretudo em estratégias de comunicação e negociação informadas pelos princípios do controlo, celeridade, responsabilidade e custo.

CONTROLO: Controlar em recuperação é domesticar o risco de incobrável ou de perda, é assegurar que o credor detém os meios para exercer pressão sobre o cliente e os exerce de facto. Esses meios são a informação e os recursos humanos e técnicos ou tecnológicos. Quando não se controla, não se exerce pressão, ou seja, permite-se que o cliente o faça.

CELERIDADE: É imprimir organização e sentido de urgência a todos os procedimentos, diligências, ações e comportamentos.

RESPONSABILIDADE: É assegurar que qualquer compromisso se converte numa acção. Quando existe omissão da ação prometida, isso deve gerar de imediato uma ação correctiva.

CUSTO: É relação entre os resultados esperados e os custos operacionais com toda a operação, ou seja desde o custo com os recursos técnicos e humanos, com processo de análise e avaliação de crédito até todas as acções e diligências do processo de recuperação.

Tente isto: Faça uma auditoria às contas e aos clientes com mais de 6 meses de atraso. Selecione os 3 principais clientes faltosos e as 3 principais causas de não pagamento. Verifique o que foi feito para recuperar e se continua a ser dado crédito a esses clientes.

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